Nós, os da beira Tejo, há muito que nos habituámos ás cheias. São uma riqueza para as terras, aquelas águas. Matam a "bicharada" que é nociva e fertilizam as úberes terras de aluvião de onde nos chegarão os produtos hortícolas tão famados.
"... e quando o Rio zangado, vem de novo,
arrebatar o sangue do seu povo,
rasgar seu ventre de mulher fecunda,
sacode com vigor o seu abraço
e a força desmedida do seu braço
de verde esperança sua face inunda."D. Mimela
Esta tarde, como muitos mais, fui à beira Tejo ver como estavam os niveis das águas.
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