sexta-feira, 2 de abril de 2010

Dia de paixão. ELE morreu por todos nós.

Sexta-feira Santa trata-se da data em que os cristãos lembra a morte de Jesus Cristo após a sua crucificação no Calvário.
A sexta-feira Santa é a última Sexta-feira antes da Páscoa.

Nos registros religiosos, a ressurreição de Cristo aconteceu no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de primavera no hemisfério norte.
A determinação desta data começou a valer por decreto do papa Gregório XIII em 1582, seguindo o Primeiro Concílio de Nicéia de 325 d.C., convocado pelo imperador romano Constantino.

Por isso, para calcular a data da Páscoa basta prestar atenção ao início da primavera, marcado pelo equinócio.
Como a entrada da estação cai sempre entre os dias 20 ou 21 de março e a primeira lua cheia depois do equinócio acontece no máximo 29 dias depois, o limite máximo para a Páscoa é 25 de abril.
A data mínima para a Páscoa é sempre 22 de março, pois o primeiro dia da lua nova antes do equinócio fica, necessariamente, entre 8 de março e 5 de abril.
O domingo de Carnaval cairá sempre no sétimo domingo que antecede o domingo de Páscoa, desta forma se tem 7x7=49 dias.

A partir do Domingo de Páscoa se conta quarenta e seis dias para trás para chegar à Quarta-Feira de Cinzas, início da Quaresma.
Para a Igreja Católica, esta data marca o começo de um jejum de carne que se prolonga durante quarenta dias até a ressurreição de Cristo.
Esse jejum está hoje reduzido a somente dois dias: a Quarta-feira de Cinzas (primeiro dia da Quaresma) e a Sexta-feira Santa.



MAIS UMA NOITE DE GLÓRIA EUROPEIA. SLB 2 - LIVERPOOL 1

quinta-feira, 1 de abril de 2010

PARABÉNS ANA PAULA


Poderei dizer que a conheço desde sempre já que os nossos caminhos se cruzaram quando éramos bem novinhos.
Ou nos bailes no Grupo Dramático Musical, onde os nossos pais eram presenças assíduas, na escola primária onde os nossos professores, o Vaz e a Deolinda, eram marido e mulher, no Externato Liceal, os jogos do “mata”, a figura austera do Dr. Homénio e as aulas de ginástica nas manhãs gélidas de inverno, os ensaios do coro em casa da Nazaré Santos, as noitadas e as serenatas consequentes, e as missas cantadas de domingo, Páscoa e Natal.
A passagem para o Liceu de Torres Novas e as viagens de autocarro.
As matinés dançantes, os primeiros cigarros, os primeiros namoros…
Foi, daquela fornada, a primeira a casar e a ter filhos, neste caso uma menina, a Mónica. E já é avó.
Após o matrimónio ficou residente em Riachos e, embora a curta distância, raramente nos víamos.
Reencontrámo-nos graças à tecnologia e praticamente falamos todos os dias.
Mantém o mesmo ar jovial, o mesmo sorriso de há quarenta anos.
Até dá a impressão que os anos não passam por ela.
Hoje comemora o número redondo de meio cento.
Pela amizade que nos une, daqui lhe endereço os meus sinceros parabéns.

AS DESVENTURAS DO "ZECA DA SHELL"

Seu nome é José Manuel mas é mais conhecido pelo Zeca da Shell.
Logo após terminado o serviço militar, casou e partiu para França onde esteve 17 anos.
Lá trabalhou e ganhou bom dinheiro que serviu para construir duas boas moradias na sua terra natal, para ele e para a filha.
Foi o princípio de uma conversa após lhe ter perguntado se os troféus, expostos no café restaurante que dirige, eram de caça já que aquela casa de pasto leva o nome de Caçador.
Respondeu-me: Já lá vai o tempo, mas a perna já não me deixa.
É preciso andar muito e o esforço é demasiado.
Mostrou-me então o resultado de uma cirurgia mal efectuada, no Hospital em Coimbra, a uma variz interna.
Nunca mais cicatrizou, adiantou, e tenho de usar uma meia elástica e por pomada todos os dias.
Regressou de França há cerca de quinze anos e há dez que ali está naquele restaurante.
Foi uma grande cabeçada que dei em ter regressado, acrescentou.
Um dos factores que se queixa foi ter mandado a mulher, na altura grávida, para Portugal.
Se lá tivesse ficado mais algum tempo, estaria agora a receber uma boa reforma dos anos de trabalho.
Fez questão de a filha vir nascer a Portugal e perdeu a hipótese de ganhar mais alguns trocos, já que, com a naturalidade francesa, o governo gaulês sempre lhe concederia um subsídio.
O mesmo aconteceu com a operação à variz interna.
Se lá a tivesse feito e o resultado fosse idêntico, agora poderia estar a receber mais algum dinheiro por invalidez.
Tudo isso teria sido um bom pé-de-meia, e neste caso elástica, digo eu (perdoem-me a ironia).
E assim, quase aos 55 anos, o Zeca da Shell trabalha de manhã à noite, servindo ao balcão e à mesa com as preciosas ajudas da filha e da esposa.
Enfim, por vezes o amor à terra, ao torrão natal, faz com percamos a hipótese de viver bem melhor economicamente, mas o coração manda mais que a razão.


http://soundcloud.com/mdomingos/de-porta-aberta-01-de-abril


quarta-feira, 31 de março de 2010

Computador avariado e País submergido.


O meu "Zéquinha" está doente.
Aproveito-me do "Zéquinha" do meu Pedro Miguel para postar esta minha tristeza a qual partilho convosco.
As minhas desculpas ao meu querido Marco Domingos e aos ouvintes da Rádio Iris de Samora Correia pela minha ausência.
Vejo a TV neste momento e há suspeitas de corrupção na venda de submarinos.
Em Portugal? Corrupção? Vocês acreditam? Parece mentira...
E eu a julgar que era tudo gente séria.
Mas se eu falhar com alguns cêntimos ao fisco sou apontado como um malandro e tratado como um assassino. E eu a pagar, IVA, IRS, IRC, taxas de juro...
Haverá aí algum curso de corrupção? Já agora... também gostaria de o ser. Pelo menos passava impune.

Ah... isso só seria possivel se fosse politico, mas como não o sou, estaria de novo "entalado". Ora bolas...
Corrupção não é para todos. É mais um privilégio dos politicos que (des) comandam o nosso País, ou poderei dizer "submarino"?
Ao que parece este já submergiu de todo e dificilmente virá à tona.
Foi mesmo ao fundo!

segunda-feira, 29 de março de 2010

O CASULO DE MALHOA EM FIGUEIRÓ DOS VINHOS

Mesmo ali, frente ao Cineteatro e defronte do Tribunal de Figueiró dos Vinhos, encontra-se a casa de Malhoa, o grande artista plástico que, embora nascido em Caldas da Rainha, ali veio a falecer.