segunda-feira, 21 de março de 2011

OLIVENÇA, UM ANO MAIS... E TRIUNFAL.








Mais um vez rumámos até Olivença nos dias 12 e 13 de Março para presenciarmos à sua tradicional Feira Taurina.
No Sábado dia 12 Morante de la Puebla e Alejandro Talavante, perante toiros de Nuñez del Cuvillo, saíram em ombros após o corte de duas e três orelhas respectivamente, enquanto Miguel Angel Perera "se fué de vacio".










A Corrida matinal de Domingo foi suspendida.

Triunfal foi a corrida da tarde com os três toureiros a sairem em ombros. António Ferrera indultou um toiro de Garcigrande (duas orelhas e rabo simbólicos) tendo cortado também uma orelha no seu primeiro. El Juli e Manzanares cortaram duas orelhas (uma em cada) aos seus oponentes.





quinta-feira, 17 de março de 2011

GERAÇÃO Á RASCA


Muito se tem falado "na geração à rasca" tendo havido inclusivé manifestações no passado dia 12 em vários locais do País.

Recebi um mail do meu amigo Victor Azevedo com um artigo de Rafael barbosa que não hesito em publicar:



Dizem-nos que a geração que agora tem à volta de 30 anos está à rasca. Porque, por exemplo, há jovens de 30 anos, com licenciaturas e eventualmente mestrados, que não conseguem melhor do que um contrato precário a recibo verde e um salário entre 500 e 1000 euros. Outros não conseguem sequer um primeiro e precário emprego. É uma tragédia? Será.
Mas então que dizer de um menos jovem, de 40, que trabalhe oito horas por dia numa fábrica têxtil qualquer, a troco de 475 euros? Ou um de 45, desempregado, sem direito a subsídio, com dois filhos, que é preciso alimentar, vestir e educar? O que será isto? Quem está mais à rasca, a geração dos que agora têm 30 anos, ou a geração dos que agora têm 40 anos?
E que dizer dos idosos que, aos 70 ou 80 anos, sem retaguarda familiar, sobrevivem em casas velhas e destelhadas com 300 euros de pensão? Estes também estarão à rasca, ou não contam, porque quem conta, agora, são apenas os que têm um curso superior, banda larga em casa e conta no Facebook?
Que me perdoem os que estão verdadeiramente à rasca [muitos deles da geração que ronda agora os 30 anos], mas esta manifestação que se anuncia e sobretudo a discussão que vai gerando, demasiadas vezes se parece com uma birra de quem substituiu o aborrecimento e as dificuldades da vida real pela excitação e rebelião de uma vida virtual.
Escreve-se no manifesto que deu origem a este protesto, e repete-se até à exaustão, que a geração dos 30 anos é, entre todas as gerações, a que tem mais habilitações. Escasso e pobre argumento para um país que há muito anda cheio de doutores e engenheiros, pelos menos nos títulos que mandavam inscrever nos livros de cheques e cartões-de-visita. Habilitações nunca faltaram, o que falta é qualificação e competência. E ao contrário da primeira, a duas últimas não aparecem automaticamente com o canudo de fim de curso.
Aos que apareçam na luta do próximo dia 12, fica um último alerta: não é a geração dos que agora andam na casa dos 30 anos que está à rasca; são as várias gerações de portugueses, todas elas, que estão à rasca. E não há soluções para sair do buraco que contemplem apenas os jovens de 30 anos. Ou se encontra um caminho comum, ou vamos todos juntos para o abismo. Tenham em conta que não é um abismo virtual. É o da pobreza. Onde já mergulharam dois milhões de portugueses. A esmagadora maioria não tem curso superior, muito menos mestrado. E estes, sim, estão verdadeiramente à rasca.





Todavia, recebi outro e-mail de Manuel Romão com um artigo que alerta para várias situações bem sintomáticas que fizeram com que chegássemos aos momentos bem dificeis que agora vivemos.



"Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

terça-feira, 8 de março de 2011

RESTAM A SAUDADE E AS MEMÓRIAS.

Depois de nos mêses de Janeiro e Fevereiro ter visto partir os meus vizinhos Hélder Pedro Avelino Ribeiro (28 Janeiro), Elisa Malaquias (11 de Fevereiro), Vitor Manuel Lopes Henriques e, ainda, o fadista Zé Freire (ambos a 25 de Fevereiro), eis que em Terça-feira gorda me chega a noticia do passamento do reverendo Padre Fernando dos Santos Diogo.
Recupero o que escrevi a dada altura neste blog sobre uma
história que me contaram e outras que com ele comparti.

Meu vizinho desde sempre, pois aqui nasci no Bairro Paio de Pele, o Senhor Hélder Ribeiro morava na casa que, em tempos, foi pertença daquele que veio dar nome à travessa onde se situa "A Porta Aberta", António Severiano de Seixas.
Confidenciou-nos essa curiosidade numa "Tertulia de Poesia" que a Biblioteca Municipal levou a efeito há uns meses, dedicada a esse escritor e poeta Chamusquense.

Foi um dos pioneiros dos nossos Bombeiros Voluntários e diversas vezes elemento da Direcção do Sport Chamusca e Benfica.
Integrou os quadros nos serviços da Câmara Municipal da Chamusca como amanuense.
Curiosamente, interpretou o papel de "D. António" na Opereta "Campinos Mulheres e Fado" que nos principios de década de sessenta se apresentou na Chamusca, precisamente o mesmo papel que eu, quase cinquenta anos passados, viria a exibir.
Falávamos amiúde da Festa de Toiros pela qual, como aficcionado antigo, nutria grande admiração, e do "nosso" Benfica do qual recordava com saudade os tempos aureos das conquistas Europeias.

A vizinha Elisa, depois de uma vida de trabalho em França, voltou à sua terra natal e aqui, no Bairro Paio de Pele, viveu os ultimos dias da sua vida.

Para além de minha vizinha era também minha cliente e, naturalmente, sempre trocavamos dois dedos de conversa.

Falava-me essencialmente das preocupações que a envolviam de ter os netos, Ricardo e Sofia, longe, em Barcelona e em Londres, respectivamente, mas era um regalo vê-la alegre com a presença do bisneto.
Um dia, e sabendo do seu carinho pelo José Cid, aproveitando uma breve passagem dele pela minha casa, tomei a liberdade de a ir chamar.

Mal entrou e ao deparar-se com o Zé logo suspirou: "Ai o meu Menino"...

Desde que o meu Pai abriu o estabelecimento comercial no Largo Vasco da Gama em 1963, por ali eu deambulava e ali fui crescendo.
Ali, bem pertinho, a Pensão Familiar da vizinha Ermelinda era ponto de encontro dos miúdos, para nos juntarmos ao Zé Pedro, um pouco mais velho que nós.
O Francisco Cruz, o Augusto Batista eu e o Zé partilhávamos jogos de cartas, passeios de bicicleta, jogos de bola no largo da Igreja.
O vizinho Victor, ao cair da tarde, lá vinha regressando de mais um dia de trabalho como carpinteiro da Alorna.

Debaixo de uma frondosa árvore, num banco corrido, ali passávamos o tempo com o Mestre, e velho campino, Eliseu Braz, com o seu barrete preto, e a simpatia de sua esposa Maria Amaro, pais da vizinha Ermelinda, sogros de Vitor Henriques.
Desde sempre dedicado à escrita e à poesia viu, em 1998, através da "Garrido-Artes Gráficas", ser editado um livro intitulado "Poesias de uma Vida".
Na página 186 dedicou um poema ao meu Pai, amigos de sempre.
Muitos contos e histórias terá escrito, manuscritamente, e que estarão guardados religiosamente nas gavetas da sua escrevaninha.
Também por ser meu cliente, fui acompanhando, semana após semana, o seu precário estado de saúde.
Faleceu o Homem, mas a sua obra o há-de imortalizar, assim como a sua amizade há-de permanecer na nossa memória.

Reparti com ele várias noites de Fado assim como tertulias de amigos em casa de Eduardo Semedo, de quem era amigo comum.
Em 1992, aproveitando a sua presença na Chamusca, no "Rouxinol da Caneira", celebrámos o acontecimento com uma foto juntamente com o Abel Ferreira.
Com uma voz melada, uma dicção perfeita, para além de fadista, foi um excelente comunicador de rádio.

Homem de esquerda mas com ideais monárquicos, convicto, o Zé Freire era essencialmente um Gentleman tendo-me apresentado há uns anos, numa das feiras da Golegã, a D. Tita Inglês. (Mal eu adivinhava o que futuro nos iria reservar....)
No domingo seguinte ao seu falecimento, tomei a liberdade de o homenagear cantando um fadinho, "Sonho Afadistado", no cine-teatro da Chamusca.

O Padre Diogo foi uma figura ímpar e sui generis da sociedade Chamusquense.
Nascido em Lisboa na freguesia de Santa Isabel, passou pelo Bombarral e radicou-se definitavamente na Chamusca, talvez, há uns 55 anos.

Faleceu hoje, terça feira de Carnaval, à beira de completar 93 anos (no próximo dia 27).
Um bom comensal, tertuliano, foi também meu professor de Religião e Moral, casou os meus pais, e baptizou-me assim como aos meus filhos Luis Filipe e Pedro Miguel.
O ultimo contacto que tive com ele foi, há pouco mais de um mês, no Lar da Santa Casa da Misericórdia. Pareceu-me acometido de Alzheimer. ´
Já não me reconheceu... mas eu reconheci-o... e bem.

terça-feira, 1 de março de 2011

MESTRE PEDRO BARROSO ESCREVEU.... "SE EU FOR"


Se eu for rei deste país

Primeiro-ministro ou assim,

Prometo mudar a vida

Do princípio ate ao fim!

Começava por mim mesmo:

Menos vinte motoristas,

Menos 30 seguranças,

2 ou 3, sem dar nas vistas.

Municípios? só metade

e freguesias nem isso;

- Paciência, meu compadre

dez casas, 20 pessoas…

tá maluco do toutiço?



Há que poupar, pessoal.

Embaixadores, só activos

E em sítios q a gente veja;

uma dúzia já chegava

para me fazer brotoeja;

gestores públicos então...

só gente de confiança

trabalhando à comissão;

se falisse o Instituto

estavam lixados q eu mesmo

os mandava para o lixo,

que, com eles, há que ser bruto!



No Banco de Portugal

perguntava ao pessoal

quem achavam de mais sério

de entre os trabalhadores,

mais dotado e competente

e era esse o meu escolhido!

(- se aceitasse um salário

vinte vezes mais decente!...)



Ministros a meu cuidado

gente proba, gente séria;

dez carros por ministério

tudo carrinhos modestos

que o país está na miséria!

Veremos, se não chegar…

Mas atenção - que a Policia

Tenha dinheiro para gasóleo

Se tiver q trabalhar!



Aos credores digo que sim:

- Pagaremos, pagaremos…

Mas não podemos pagar

se não nos cobrarem menos!



Onde ia buscar dinheiro?

Ao sol que nos queima pele,

à força do mar que temos;

Ao vento q passa em Sagres

e ninguém o aproveita;

aos luxos, frotas e ouros

que ornamentam esta seita!

Aos milhares de subsídios

a quem não quer fazer nada,

enquanto tantos procuram

trabalho, já sem mesada;

às marinas, aos iates

offshores, avionetes!...

comigo a Tesouraria

enchia à força e sem fretes;

sem robalos, nem Godinhos

nem Varas, nem sucatada!



Despesas do Estado? Poucas.

TGV’s ? Só à chapada;

E vendia submarinos,

mais metade dos quartéis,

e limitava a reforma

a 5000 magistrados

e 30 000 coronéis!

Se isso não der dinheiro

eu vou ali e já venho!...



Sim eu sei que estou demente

Nunca serei presidente

mas se fosse... mais contente

andaria toda a gente!

Era tão simples, tão simples

governar este país

de uma forma competente!

Porque afinal o segredo

para ser feliz, é ser sério,

Sem mentiras, nem enredo…

Portanto, está combinado!

Mandam-se mil para o degredo

E mudamos este fado.

Amanhã recomeçamos,

De manhãzinha, bem cedo

tudo ficará mudado!



Eu não serei. Mas alguém

vos vai virar o bailado...

Protagonistas caducos,

tachistas de todo o lado,

preparai-vos, bandidotes

Tanto lixásteis o povo

que o povo… anda lixado!

sábado, 22 de janeiro de 2011

QUEM SOU PARA O DESMENTIR?

O padre Joaquim Carreira das Neves, considerado o maior estudioso português da Bíblia, entrevistado de Manuel Luís Goucha, no programa «De Homem para Homem» do TVI24, transmitido no dia 27 de Dezembro de 2010, às 23 horas, diz que Jesus Cristo era doido.

Alfredo Bexiga Caldeira ( 22 janeiro 1934 - 22 Agosto de 1986). Parabéns Pai! Um Beijo de Saudade!

Quando não conseguimos despedir-nos das pessoas que verdadeiramente amamos sentimos que tudo ficou por dizer. As saudades atordoam e a vontade irreprimível de voltar a ver, tocar e ouvir dói como as feridas que não curam.