terça-feira, 16 de março de 2010

Morreu homem mais pequeno do mundo, He Pingping


O homem que entrou para o Livro de Recordes do Guinness como sendo o mais pequeno do mundo morreu esta segunda-feira. Tinha apenas 21 anos.

He Pingping, de nacionalidade chinesa, tinha mais precisamente 74,6 centímetros de altura.

Era vítima de uma forma rara de nanismo que se traduz quando o portador tem um tamanho inferior à média da população em que se vê inserido.

O editor-chefe do livro do Guiness, Craig Glenday, acredita que “ele animou a vida de todos que rodeava e foi uma inspiração para qualquer pessoa considerada diferente ou incomum.'' O anão era considerado uma celebridade no seu país e em todo o mundo pelo seu tamanho invulgar.

domingo, 14 de março de 2010

NA TAVERNA DO QUINZENA, MOMENTOS COM AMIGOS















JANTAR DE AFICIONADOS NA TAVERNA DO QUINZENA


Na sexta-feira, em resposta a um desafio do meu Amigo Nuno Varandas, e a convite de um grupo de aficionados escalabitanos, fui até ao Típico Restaurante “O Quinzena”, onde aí se realizou um jantar de Homenagem a Mestre João Branco Núncio.

Não era primeira vez que participava nesses jantares de aficionados, já que sou presença habitual, desde que me seja possível.
Os grandes impulsionadores, Gonçalo Sepúlveda e Carlos Martins (Caloca), fizeram confluir, àquele espaço gastronómico, um bom número de bons aficionados.

Desta feita, como convidados, os familiares de Mestre Núncio, o sobrinho Dr. José Núncio Fragoso e o cavaleiro, neto do Mestre João, Francisco Núncio.
Após o repasto, sempre bem servido, como é apanágio daquela histórica casa, e a visualização de um vídeo da RTP com cerca de 45 anos, cedido pelo Eng. Joaquim Pedro Torres, velha glória da forcadagem do Grupo de Santarém, assistiu-se a uma palestra a cargo do Dr. José Núncio Fragoso que recordou algumas passagens da vida e obra de seu Tio, assim como a sua maneira de ser, onde sobressaía o Senhorio e a Classe de um grande Senhor das Arenas.



sexta-feira, 12 de março de 2010

DA HUMILDADE Á ARROGÂNCIA


Tenho sido o que sempre fui. Não renego as minhas origens.
Costumo dizer que tenho a 4ª classe mal tirada e carrego botijas de gás, mas isso não me retira a importância que possa ter na sociedade.
Aceito toda a evolução cultural/social/económica de certas pessoas.
O que eu tenho pena é que, essas pessoas, ao contrário de mim, reneguem as suas origens.
Há pessoas que nascem no seio de famílias humildes e ao longo da vida, devido à sua evolução, nomeadamente académica, percam essa humildade e se tornem arrogantes.
É-me difícil suportar a arrogância de certas pessoas.
Gosto de ser tratado como trato o meu semelhante, principalmente com educação.
Nada custa, por exemplo, um bom dia ou uma boa noite, uma saudação e só depois discutirmos um assunto, resolver um problema.
A entrada de rompante sobre um assunto, sem antes haver um cumprimento ou uma saudação, deixa-me deveras, quase, em estado de nervos.
Não fui habituado assim e, confesso, não tolero.
Mas este é apenas um desabafo.
Situações destas acontecem amiúde.
Como é possível, num Mundo que se quer mais humano, mais fraterno, mais sociável, ainda haver gente que nos olhe de cima para baixo, quando, nas origens, somos idênticos?
Em pleno século XXI ainda há gente que vive com mentalidade de século XVIII.
Aquela mania de ser mais importante do que eu, só porque tem um curso superior, ou porque tem uma conta bancária superior à minha, custa-me aceitar.
Afinal todos nascemos e morremos de igual maneira, isso, as pessoas, não pensam.
A vida é uma fugaz passagem terrena e a qual devemos aproveitar da melhor maneira, com ou sem cursos superiores, com ou sem gordas contas bancárias, mas essencialmente com humanismo e humildade.
Acima de tudo, viver a vida, com amizade e respeito pelo seu semelhante.

quinta-feira, 11 de março de 2010

AO MEU AMIGO JOAQUIM CARACOL


Hoje venho recordar um Amigo.



Mais um. Mas não é um qualquer.


Aliás, os amigos nunca são uns amigos quaisquer.



Os amigos são sempre amigos. E este era um amigo. Verdadeiro.


Começou por ser amigo do meu pai já que a idade dele era bem mais avançada que a minha.
Tinha mais, quase, trinta e dois anos que eu.



Mas a idade, na amizade, não faz a diferença quando se é amigo de verdade.



Habituei-me com ele a gostar de fado, de Amália, de toiros, de teatro.




Homem de cultura, de fino trato, simples, humilde, vivendo do que a terra dava e que ele acarinhava.



Nunca casou. Perdeu, jovem, o pai e a irmã. Viveu em função da sua mãe. Um dia viu-se só. Mas nunca esteve só.



Teve muitos amigos, verdadeiros.



Palmilhámos milhares de quilómetros a caminho de Espanha e pelas estradas de Portugal em busca de corridas de toiros, ora nas praças, ora via TV.


E muito falámos nessas viagens e nas noites de petisco, numa cozinha contígua ao seu logradouro.



Convivi com ele, estreitamente, cerca de trinta anos.



Partilhámos os lugares nas praças de toiros, à mesa, nas refeições, e no palco.



Prevendo o mal que lhe poderia acontecer, legou-me duas encadernações valiosíssimas.



Não têm preço. Mas têm o valor estimativo.



Ao visitar-me, ultimamente, levava-me uma panelinha de couves com feijões e umas azeitonas.
Era fundamento para, ali ficarmos à conversa até às tantas.



A sua maneira de dizer contagiava públicos e até lhe chamávamos o “Villaret da Chamusca”.
Foi um eterno apaixonado pela “Arte de Talma”.



Sempre me dizia: A vida é um grande palco onde todos representamos, uns melhor, outros pior.
A outra máxima dele era: Um Homem casado vive como um cão, mas morre como um homem. Um homem solteiro vive como um homem, mas morre como um cão.



O Joaquim Caracol Cardador, o meu Amigo e confidente Joaquim Caracol, faleceu sozinho, no lar de idosos da sua querida e estimada terra, muito doente, num dia de há onze anos e três dias.


Era uma segunda-feira, dia 8 de Março.


Hoje recordo-o com imensa saudade.



Obrigado por tudo querido Amigo!



quarta-feira, 10 de março de 2010

Fim de Semana Taurino


Rui Salvador lança

“O Cavaleiro dos Ferros Impossivéis"

A Câmara Municipal de Tomar promove no próximo dia 13 de Março na Quinta do Falcão, em Tomar, o lançamento do livro "O Cavaleiro dos Ferros Impossíveis", integrado nas cerimónias de encerramento das comemorações dos 25 anos de alternativa do cavaleiro Rui Salvador.

A festa terá início às 18 horas, com a apresentação da quadra de cavalos do toureiro para 2010.
Rui Salvador lidará um novilho da ganadaria de José Salvador, participando nesse festejo elementos de vários grupos de forcados. Segue-se a apresentação do livro e depois um jantar, para o qual podem ser feitas inscrições (20€ por pessoa) através dos telem. 917 501 715/966 921 144 ou pelos e-mail's amorins@iol.pt e quintadofalcao@sapo.pt.



Seis figuras do toureio de primeiro plano em Portugal e Espanha actuarão sábado 13 de Março, na Arruda dos Vinhos, no IV Festival da Tertúlia “O Piriquita”.

Em praça estarão os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Luís Rouxinol e Tiago Carreiras, os matadores espanhóis José Pedro Prados “El Fundi”, Juan Serrano “Finito de Córdoba” e António Ferrera e o novilheiro português Paco Velázquez.

As pegas estarão a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos e serão lidados sete novilhos da ganadaria de Ascensão Vaz.
O festival terá início às 16h30.


Alcochete dia 14, Domingo, ás 16 horas, Festival da Abrigo.

Estarão em praça os cavaleiros João Telles Jr, Manuel Lupi,João Salgueiro da Costa, os matadores Vítor Mendes, Uceda Leal, Miguel Abellan e Sérgio Aguilar.

Lidar-se-ão novilhos de Passanha, José Lupi, Fermin Bohorquez, S. Torcato, Murteira Grave, Conde Cabral, Falé Filipe e Rio Frio, que serão pegados pelos Forcados Amigos da Abrigo, comandados por João Simões.

CAMPINOS, MULHERES E FADO, O ÊXITO CONTINUA


Após os sucessivos êxitos alcançados nas diversas representações na Chamusca, Meia-Via e Golegã, eis que a Companhia de Teatro do Ribatejo vai levar a Opereta Campinos, Mulheres e Fado a vários locais do nosso País.
Aqui ficam as datas e as localidades onde esta Opereta, com encenação de João Coutinho, irá espalhar arte, magia e boa disposição.

Mês de Março

13 em Samora Correia
14 em Alpiarça
21 em Portel
27 na Chamusca (Dia Mundial do Teatro)
28 em Figueiró dos Vinhos





Mês de Abril

9 em Cuba
10 em Beja