Não passaram despercebidas as imagens, chocantes, de um assalto a uma ourivesaria em Almeirim com um ataque à martelada aos proprietários.
Foram amplamente divulgadas através de canais televisivos e até no youtube.
Ontem à tardinha, eram seis horas, metendo conversa com um ourives meu amigo, dizia-me ele, entre portas, que estava à espera “deles”.
-Deles? Perguntei…
-Sim, é a esta hora que eles costumam atacar.
E continuando, falou-me de várias situações acontecidas a colegas ourives por este nosso Ribatejo, e não só.
Chegámos a este estado.
Andar de coração nas mãos, porque nunca sabemos onde e quando nos possa acontecer algo idêntico.
Rouba-se e mata-se por tudo e por nada, ou como soe dizer-se, “por dá aquela palha”.
O estado caótico de insegurança que se vive no nosso País é alarmante.
Todavia, ninguém consegue por cobro a isto.
Ainda há quem diga que a divulgação dessas imagens servirá para promover o estado de insegurança.
O mais alarmante é o que a pobre justiça do nosso País faz com estes “selvagens”.
Depois de presos, se o forem, e presentes ao juiz, logo serão libertados por não haver indícios de crime.
É bom referir que um martelo não é uma “arma de assalto”.
Espero bem, e com o amor que tenho à minha terra e ao meu País, que com tanto assalto e sobressalto, não seja obrigado a dar o salto.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A P (R)ONTE (M)

Ontem terça-feira.
Dique dos vinte entre Golegã e Chamusca.
Seis e meia da noite.
Uma fila de trânsito, estática, obrigava-me também a parar a minha viatura e, inclusive, a desligar o motor da mesma.
Ao longe viam-se as luzes de outros veículos, também eles parados, em cima da ponte.
Qual a razão? A de dois veículos pesados cruzando-se em simultâneo no meio da já centenária ponte.
A situação não é nova.
Mas, por ser reincidente, aqui vos trago a ocorrência.
Estive, sem exagero, uns sete ou oito minutos esperando a resolução.
Finalmente, e depois de muita tolerância, lá retomei a marcha, verificando que, em sentido contrário, muitos outros automobilistas teriam estado na mesma situação de espera.
Esta velhinha ponte foi recentemente submetida a obras de restauro.
Mas quem projectou alguns, ditos, melhoramentos não se lembrou que, ao meter as protecções laterais, iria dificultar de sobremaneira as passagens dos pesados, ao cruzarem-se.
Há muito que se fala na ligação da A13 com a A23 e, por conseguinte, de uma nova ponte.
Mas, tal, tarda em concretizar-se.
Até lá, e já que Portugal é, cada vez mais, um país de “bichas”, vamos tendo paciência, já que está muito em voga.
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quarta-feira, janeiro 13, 2010
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Laranja Amarga e Doce
A história com que abro a minha porta de hoje já tem uns dias. Não muitos. Talvez uns quatro dias.
A Juliana (nome fictício), uma jovem com idade de ser minha filha, simpática e afável, a meio da tarde confidenciava-me:
“Estava mesmo a apetecer-me uma laranja”.
Como ela é funcionária no guichet de uma estação de serviço, estação, essa, inserida no complexo de uma grande superfície comercial, logo me apressei, pretendendo ser simpático como é meu apanágio, a solicitar a uma empregada de balcão do bar, pagando eu o que fosse necessário, se poderia descascar uma laranja, uma apenas que fosse.
Resposta imediata que NÃO. Nem sequer um:
“Deixe-me ver o que posso fazer”, ou, ao menos, um: “Vou perguntar ao patrão se pode ser…”
Aquele rotundo NÃO, fez com que eu, e lembrando-me de uma oferta generosa do Amigo Horácio de um saco cheio, viesse a casa buscar não uma, mas duas laranjas e, descascadas, lá as fui entregar à moçoila que, com um ar de espanto, replicou ao rever-me:
“Não me diga que….”
Nem a deixei acabar a frase.
De acto imediato, esticando-lhe o braço, passei-lhe o pequeno “tupperware” para a mão.
Ela, corada, pelo acto surpresa, mas feliz pela oferta, deu meia volta e levou, qual oferta de Natal, a embalagem para o guichet.
Afinal, parece que não custa nada dar, mesmo quando não nos pedem.
A Juliana (nome fictício), uma jovem com idade de ser minha filha, simpática e afável, a meio da tarde confidenciava-me:
“Estava mesmo a apetecer-me uma laranja”.
Como ela é funcionária no guichet de uma estação de serviço, estação, essa, inserida no complexo de uma grande superfície comercial, logo me apressei, pretendendo ser simpático como é meu apanágio, a solicitar a uma empregada de balcão do bar, pagando eu o que fosse necessário, se poderia descascar uma laranja, uma apenas que fosse.
Resposta imediata que NÃO. Nem sequer um:
“Deixe-me ver o que posso fazer”, ou, ao menos, um: “Vou perguntar ao patrão se pode ser…”
Aquele rotundo NÃO, fez com que eu, e lembrando-me de uma oferta generosa do Amigo Horácio de um saco cheio, viesse a casa buscar não uma, mas duas laranjas e, descascadas, lá as fui entregar à moçoila que, com um ar de espanto, replicou ao rever-me:
“Não me diga que….”
Nem a deixei acabar a frase.
De acto imediato, esticando-lhe o braço, passei-lhe o pequeno “tupperware” para a mão.
Ela, corada, pelo acto surpresa, mas feliz pela oferta, deu meia volta e levou, qual oferta de Natal, a embalagem para o guichet.
Afinal, parece que não custa nada dar, mesmo quando não nos pedem.
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terça-feira, janeiro 12, 2010
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A voz numa Rádio de Sete Cores
Convidado pelo meu Amigo Marco Domingos eis-me, diáriamente, a colaborar no seu programa "Café com Iris", na rádio Iris de Samora Correia. Crónicas do quotidiano. Hoje foi o primeiro, esperemos, de muitos dias de colaboração. Para quem não ouviu aqui vos deixo o "De Porta Aberta" desta segunda feira.
Neste primeiro bloco radiofónico “de porta aberta” não podia, nem devia, deixar de fazer alusão ao frio que se tem feito sentir.
Aliás, a Protecção Civil accionou alerta azul para zonas do Norte e Centro do País até ao meio-dia de hoje.
Ao melhor conselho de se vestir com o que de mais quente tiver no roupeiro, adiciono o “mata-bicho” do nosso Pessoa.
Ou seja, “absinta-se” mais quente.
Frio, esse, que não impediu que algumas dezenas despissem as calças e andassem, apenas e só, no metropolitano de pernas ao léu, no dia considerado do No Pants (Sem calças).
Ao menos uma actividade para fazer sorrir os, já de si, tão tristonhos portugas e que andam de “calças na mão”.
Mas já ontem à noite, mesmo com este frio, lá para os lados do Porto, uns tantos iam tomando um banho de um balde de água fria que, afinal, não aconteceu.
É bom não esquecer que o PdC prometeu o título ao Zé do Boné.
E se o disse (ele lá sabe porquê) melhor o fez, ou começou a fazer…
Como dizem os brazuquinhas, está na cara.
Nem que seja na de um tal Djuricic.
Não é, Elmano? Este não é sadino, e tão pouco Santo o será.
Foi pena, realmente, só porque um tal de Ronny não utilizou, por inépcia, o gelo necessário para gelar, ainda mais, o fogo no dragão.
Por falar em banho, ainda sou do tempo da panela com água aquecida na fogueira, nem ainda se falava em esquentadores, água essa depois utilizada no grande alguidar de zinco.
Os tempos são outros, tudo se modernizou, e mesmo a própria evolução traz os seus aspectos (e graus) negativos. É que as máquinas também avariam.
Vai daí, o meu querido e louvado esquentador lembrou-se, logo hoje, de avariar.
Uma coisa é certa, banho de água fria não irei eu tomar garantidamente.
Nem eu e muitos milhões de portugueses, mesmo com esquentadores avariados, enquanto vivermos à sombra do “Coelhinho”.
Este não é certamente o que ia com o Pai Natal ao circo, como dizia o anúncio da TV, nem estaria agora sujeito a sabotagens “Chen” (sem) escorregadelas de bancadas.
Reencontro marcado para amanhã à mesma hora e até lá aqueçam-se da melhor maneira possível.
Beijos e Abraços!
Neste primeiro bloco radiofónico “de porta aberta” não podia, nem devia, deixar de fazer alusão ao frio que se tem feito sentir.
Aliás, a Protecção Civil accionou alerta azul para zonas do Norte e Centro do País até ao meio-dia de hoje.
Ao melhor conselho de se vestir com o que de mais quente tiver no roupeiro, adiciono o “mata-bicho” do nosso Pessoa.
Ou seja, “absinta-se” mais quente.
Frio, esse, que não impediu que algumas dezenas despissem as calças e andassem, apenas e só, no metropolitano de pernas ao léu, no dia considerado do No Pants (Sem calças).
Ao menos uma actividade para fazer sorrir os, já de si, tão tristonhos portugas e que andam de “calças na mão”.
Mas já ontem à noite, mesmo com este frio, lá para os lados do Porto, uns tantos iam tomando um banho de um balde de água fria que, afinal, não aconteceu.
É bom não esquecer que o PdC prometeu o título ao Zé do Boné.
E se o disse (ele lá sabe porquê) melhor o fez, ou começou a fazer…
Como dizem os brazuquinhas, está na cara.
Nem que seja na de um tal Djuricic.
Não é, Elmano? Este não é sadino, e tão pouco Santo o será.
Foi pena, realmente, só porque um tal de Ronny não utilizou, por inépcia, o gelo necessário para gelar, ainda mais, o fogo no dragão.
Por falar em banho, ainda sou do tempo da panela com água aquecida na fogueira, nem ainda se falava em esquentadores, água essa depois utilizada no grande alguidar de zinco.
Os tempos são outros, tudo se modernizou, e mesmo a própria evolução traz os seus aspectos (e graus) negativos. É que as máquinas também avariam.
Vai daí, o meu querido e louvado esquentador lembrou-se, logo hoje, de avariar.
Uma coisa é certa, banho de água fria não irei eu tomar garantidamente.
Nem eu e muitos milhões de portugueses, mesmo com esquentadores avariados, enquanto vivermos à sombra do “Coelhinho”.
Este não é certamente o que ia com o Pai Natal ao circo, como dizia o anúncio da TV, nem estaria agora sujeito a sabotagens “Chen” (sem) escorregadelas de bancadas.
Reencontro marcado para amanhã à mesma hora e até lá aqueçam-se da melhor maneira possível.
Beijos e Abraços!
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segunda-feira, janeiro 11, 2010
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domingo, 10 de janeiro de 2010
Enquanto estava na representação da opereta "Campinos, Mulheres e Fado" no cine-teatro da Chamusca, jogava o "meu" SLBenfica em Vila do Conde. Privado que estava de ver o jogo, sempre ia ficando, entre quadro e quadro e uma ida fugaz aos camarins, a par do que se passava no rectângulo de jogo (Obrigado Paula e Alex). Ao saber do golo decisivo e vitorioso do Glorioso, tudo foi diferente em palco.
Para recordar aqui ficam as imagens do golo de "El Conejito" ou "Savigol".
Para recordar aqui ficam as imagens do golo de "El Conejito" ou "Savigol".
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ramagaca
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domingo, janeiro 10, 2010
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sábado, 9 de janeiro de 2010
Confesso que não sou consumidor de cerveja.
Pelo menos aqui em Portugal.
Afinal, fomos descobrir este "cromo" como pressuposto concorrente dos Idolos da SIC.
Não admira pois, este "discurso" que acima vos mostro. É que.....
Bem, o melhor é verem.
Pelo menos aqui em Portugal.
Já lá vai o tempo em que, na Semana da Ascensão, acompanhava a "malta da roda" com umas imperiais. Desisti! Nem sequer de garrafa. Prefiro um bom tinto!
A propósito, deixo-vos uma imagem de umas garrafinhas que, simpáticamente, alguns Amigos me ofertaram pelo Natal.
Entretanto, recebi um mail do meu Amigo Velez que ponho ao vosso dispor para poderem analisar um "discurso", no minimo, a meu ver, aberrante.
Estou convencido que, depois do que aconteceu ontem na "máquina de lavar", este rápidamente arranja "um marido"... Afinal, fomos descobrir este "cromo" como pressuposto concorrente dos Idolos da SIC.
Não admira pois, este "discurso" que acima vos mostro. É que.....
Bem, o melhor é verem.
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sábado, janeiro 09, 2010
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