domingo, 27 de junho de 2010

DE MANHÃ ATÉ DE MADRUGADA, UM DIA EM CHEIO.

Este sábado a minha vida profissional levou-me até à freguesia do Chouto, tendo passado por Pinheiro Grande, Carregueira e Semideiro, onde me reencontrei com o Victor Azevedo e Isabel Veloso que, com outros amigos, participaram no II Encontro dos Amigos do Chouto. Infelizmente, e por mais um ano, não pude estar presente. A vida assim não mo permitiu.








Após o almoço fui até à Biblioteca Municipal, onde aí se realizou uma Tertúlia com "Poesias de Cá", homenageando a Poetisa Maria Marques de Carvalho.
Excelente iniciativa, de louvar, e para repetir com muitos dos outros poetas Chamusquenses.
Bastante concorrida, a sala foi pequena para albergar os que gostam de poesia.
Muitos foram, também, os que aproveitaram e disseram algumas poesias.
No entanto fica a chamada de atenção, para além da boa vontade de certas pessoas, do cuidado a ter na escolha das mesmas para dizer poesia assim como o cuidado a ter com o som.
É que, para se dizer poesia, para além do sentimento, é necessário ter boa voz e, como as poesias foram lidas, saber soletrar em condições.
Em causa ficou, por vezes, a própria poesia e a grande inspiração da enorme Poetisa que foi Maria Marques de Carvalho.
São situações a rever no futuro.
























Pela tardinha fui até à vila de Riachos onde a Companhia de Teatro do Ribatejo apresentou a Opereta "Campinos, Mulheres e Fado". Casa cheia como convém, mas antes, porém, um excelente jantar no "Mamma Mia". Antes da representação reencontrei-me com a minha Amiga Paula que fez o favor de me facultar algumas fotos. Obrigado Paula.

























quarta-feira, 23 de junho de 2010

ESTA É A GRANDE REALIDADE....

Poder de compra. Portugal continua a ser o nono mais pobre da UE

TERTULIA DE POESIA, SÁBADO DIA 26, ÁS 15.30h NA BIBLIOTECA



A Biblioteca Municipal da Chamusca - Ruy Gomes da Silva, leva a efeito, no próximo dia 26 de Junho de 2010 pelas 15.30h, Poesias de Cá, Tertúlia de Poesia que pretende lembrar os poetas chamusquenses. Nesta edição homenageia-se a poetisa Maria Marques de Carvalho.
Maria Marques de Carvalho, nasceu na Chamusca a 6 de Junho de 1879 e faleceu em Lisboa a 11 de Setembro de 1973.

Em 1915 iniciou a sua carreira literária, com a publicação do seu primeiro livro de sonetos "Sete Palavras". Outras publicações se seguiram, podendo salientar: Pensamentos, Folhas, Através da Bruma e a última em 1957 Estrela da Tarde.
Para além de poetisa, foi jornalista, colaborou em diversos jornais e revistas portuguesas, foi ainda conferencista, não só em Portugal como no estrangeiro e as suas palestras na rádio fizeram história.
A Biblioteca Municipal da Chamusca - Ruy Gomes da Silva conta nesta iniciativa com a colaboração do ATL Sénior da Junta de Freguesia da Chamusca.


A CASA DA PALMEIRA, DEPÓSITO DE MATERIAL INUTILIZÁVEL.

Esta casa, já centenária, foi, há cerca de quarenta e cinco anos, liceu.
Ali estudaram muitos jovens da Chamusca e, ali leccionou, nos últimos anos da sua vida, o Professor Manuel Barroso.
Após a sua morte, a casa foi objecto de melhoramentos, nomeadamente o telhado, e serve hoje de depósito, armazém de materiais que a nossa edilidade vai adquirindo. Eu quase que me atreveria a chamar de lixeira, pois, o ali exposto, pouca ou nenhuma ultilidade terá.
O que me dá mais pena é o facto de aquele espaço, que poderia ser ajardinado e embelezar o que já por si é uma casa bonita, mesmo á beira de uma rua movimentada, ser depósito de material que poderia estar noutro local que não ali.
Uma noite destas, passando por ali, tomei a liberdade de fotografar o que ali está armazenado.
Fica também à vossa consideração e naturalmente aguardo as vossas opiniões.
A pergunta impõe-se: Não terá a nossa edilidade outro local onde guardar aquele material?
É que dá um mau aspecto terrível, confesso.











sábado, 19 de junho de 2010

CRISTINA MARIA INAUGUROU EXPOSIÇÃO DE ESCULTURA NA BATALHA

Cristina Maria, Fadista e Escultora, inaugurou no sábado mais uma exposição de Escultura na Batalha. A seu convite lá estivémos, eu e a Paula e muitos mais amigos. Naturalmente não podia faltar o fado, na voz da própria Cristina, nem a guitarra portuguesa nas mãos de Custódio Castelo acompanhado por Carlos José Garcia.








































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